domingo, 16 de setembro de 2012

ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO


ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO


O que é?
O transtorno do estresse pós-traumático pode ser entendido como: A perturbação psíquica decorrente e relacionada a um evento fortemente ameaçador ao próprio paciente ou sendo este apenas testemunha da tragédia. O Transtorno consiste num tipo de recordação que é mais bem definido como revivescência, pois é mais forte que uma simples recordação. Na revivescência além das imagens, o paciente sente como se estivesse vivendo novamente a tragédia com todo o sofrimento que ela causou originalmente. O transtorno então é a recorrência do sofrimento original de um trauma, que além do próprio sofrimento é desencadeado também alterações neurofisiológicas e mentais.
AGENTES ESTRESSORES
São cada vez mais frequentes os estudos sobre as repercussões de desastres naturais (terremotos, furacões, enchentes, etc.) no desenvolvimento do transtorno por estresse pós-traumático de intensidade moderada ou grave.
O transtorno por estresse pós-traumático é considerado um transtorno emocional relacionado a algum evento traumático como, por exemplo, história de abuso na infância, violência sexual, ter presenciado alguém doente ou gravemente ferido ou ter participado de algum desastre natural como terremoto, enchente, etc. E está em quinto lugar entre as doenças psiquiátricas mais comuns. Fatores predisponentes tais como: certos traços de personalidade ou antecedentes emocionais podem diminuir a tolerância individual para a ocorrência da síndrome ou agravar sua evolução.
CARACTERÍSTICAS
É caracterizada pela presença de temores infundados intensos, agitação (mais frequente em crianças) e a sensação de reviver o evento traumático ocorrido. Podem surgir imagens mentais, pensamentos recorrentes ou sonhos repetitivos, relacionados com o episódio traumático. O paciente pode agir como se o evento traumático estivesse realmente acontecendo de novo. Isto gera angústia e sofrimento psicológico intenso, trazendo como consequências, o isolamento social, a improdutividade profissional, irritação e a deterioração da qualidade de vida.
Aparecem sentimentos de vulnerabilidade e insegurança. Esses pacientes relatam que sentem destruídos seus sistemas de crenças e de valores, e o mundo passa a ser inseguro e ameaçante, desconfiando de tudo e de todos.
REAÇÃO AGUDA AO ESTRESSE
A reação aguda ao estresse, como o próprio nome diz, é uma reação emocional aguda e exuberante que se segue imediatamente ao evento traumático, durando no máximo de dois dias a quatro semanas. O transtorno por estresse pós-traumático é uma reação emocional a algum evento traumático que surge algum tempo depois deste e dura no mínimo um mês. Em torno de 62% dos pacientes, reconhecem haver sofrido alterações entre as primeiras horas e três dias depois do impacto do acontecimento traumático. Nesse momento imediato ou imediatamente após o trauma, os sintomas mais freqüentes tem sido a ansiedade de pânico com taquicardia, transpiração, ondas de calor, certo aturdimento, desorientação parcial e alterações vegetativas. Os sintomas podem variar ao longo do tempo e se intensificar. As crianças e os idosos têm mais possibilidade de desenvolver estresse pós- traumático do que as pessoas de meia idade.

sábado, 16 de junho de 2012

PEDOFILIA, O MAL QUE ATINGE AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES DO BRASIL



Pedofilia é o mau que preocupa toda a sociedade.
Números alarmantes foram levantados por Magno Malta, na CPI contra pedofilia no Senado. Nos estudos, foram constatados que, em cada 10 casos de pedofilia, seis acontecem na própria família.
É preciso prevenir os filhos sobre todos os assuntos, acabando com a hipocrisia religiosa onde não se permite que temas importantes como esse sejam abordados pelas crianças, e com isso não se tornarem alvo fácil para os pedófilos.
Os pais devem estar atentos para os sinais de que algo anda errado, como: agressividade, medo anormal de ficarem sozinhas, crises de choro, entre outros.
Sempre alerta para um potencial abusador, pois na grande maioria dos casos é alguém em que a criança mais tem confiança.
A estratégia dos pedófilos, para conquistar a sua "presa" é iniciar um jogo de sedução, até conseguirem o que querem, e depois, finalizam com a coação, que visa a não serem descobertos.
A Lei 11.829/08, sancionada pelo ex-presidente Lula, é um grande avanço no ordenamento jurídico brasileiro para o combate desse tipo de crime.
As acusações contra os pedófilos, antes da referida lei, eram apreciadas com base nos artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no artigo 214 Código Penal como atentado violento ao pudor. Hoje, com a lei, esses crimes são combatidos com mais rigor.
A sociedade tem que estar atenta, mas do que isso, não pode se calar, tem que dar um basta, procurando imediatamente a policia, o Conselho Tutelar, Órgão do Ministério Público. Também Sites como www.denunciar.org.br, que, sem dúvida, é uma arma para denunciar pornografias infantis e crimes contra os direitos humanos.
O pedófilo pode estar em qualquer classe social, independente de raça ou credo. Podem ser qualquer um, como um amigo da família, o professor, o padre, o tio, até mesmo o próprio pai.
Pode aparecer em qualquer lugar, cabendo desta forma, aos pais, o dever de proteger, educar e alertar seus filhos.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Sobre o Abuso Infantil



O abuso infantil é o maltrato físico, psicológico ou sexual das crianças. Enquanto a maioria dos abusos contra crianças acontece em ambientes domésticos, uma parcela significativa também ocorre em organizações que env...olvem crianças, tais como igrejas, escolas, empresas de cuidados da criança e escolas residenciais. Há quatro categorias principais de abuso de criança: negligência, abuso físico, abuso psicológico ou emocional e abuso sexual. Existem diferentes subcategorias dentro de cada tipo de abuso. É fácil identificar algumas formas de abuso infantil, outros são mais difíceis. O fato de que uma criança sofreu dano não revela necessariamente abuso. Abuso de criança é uma ação ou omissão que prejudique uma criança. A pessoa responsável deve ter conhecida por sua ação ou omissão, a qual era susceptível de causar danos. Bem, isso é um ponto de vista muito legal. Agora existe um mais prático, o ponto de vista da vítima: "é qualquer coisa que prejudique você!!"

terça-feira, 24 de abril de 2012

II Seminário Nacional de Psicologia em Emergências e Desastres - Abertura


O bullying no trabalho


O bullying no trabalho


Segundo a reportagem, o bullying praticado no mercado de trabalho pode ser caracterizado como uma forma de preconceito. Ele se caracteriza, muitas vezes, de maneira sutil ou até mesmo grosseira. As pessoas são excluídas ou rechaçadas pelos colegas ou pelos seus superiores” diz Fernando Elias José.O site oDiário.com publicou recentemente uma interessante reportagem sobre bullying no ambiente de trabalho. A matéria teve colaboração do psicólogo Fernando Elias José especialista em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental. Quando ouvimos falar de bullying, geralmente associamos a casos de desrespeito entre alunos em colégios, escolas e faculdades, mas o termo também serve para representar as humilhações intencionais causadas por muita gente no mercado de trabalho.
Consequências
O bullying pode causar diversos problemas posteriores como baixa estima, insegurança, dificuldade em estabelecer bons vínculos afetivos e sociais, solidão, estagnação profissional e pessoal são os mais importantes.
Segundo o psicólogo, “se a pessoa não se tratar psicologicamente poderá sofrer, (…) dessa maneira, há a necessidade de mudança para os comportamentos não se repetirem”, conclui Elias José.
Um estudo da Academia Americana de Medicina do Sono em conjunto com a Sociedade de Pesquisa do Sono, aponta o bullying como prejudicial ao sono. Na pesquisa, 11% das mulheres e 9% dos homens disseram ter sofrido hostilidades no trabalho, enquanto 31% e 32%, respectivamente já presenciaram o bullying na empresa.
Solução
A melhor solução para evitar esse tipo de problema e resguardar sua saúde ou a de seu companheiro de trabalho é a denúncia. Procure o superior responsável pela equipe de trabalho e comente ou explique os fatos que levaram aquela reclamação. Caso a empresa, depois de ser informada não tome nenhuma atitude enérgica para inibir o bullying, o profissional pode ainda recorrer a justiça. A nossa Constituição resguarda a dignidade das pessoas por lei e prevê que o ambiente de trabalho deve ser equilibrado, segundo o artigo 225. Quem entrar com ação contra a prática de bullying, pode pedir indenização não só por danos morais, mas também por materiais, pois a pessoa pode ficar deprimida e ter gastos com médicos e remédios em conseqüência das humilhações que sofreu.

A Música e a melhora do humor

O que é hobbie para muita gente, na verdade pode servir como tratamento para vários problemas psicológicos que podem surgir em uma rotina tã...