segunda-feira, 2 de julho de 2018

O jovem e a preocupação com as drogas


A preocupação com as drogas é grande e precisa acontecer. Mas, normalmente, a preocupação com o álcool fica negligenciada e em segundo plano.
Em casa, muito provavelmente, os pais não têm maconha ou cocaína, mas certamente têm alguma bebida alcoólica.


Normalmente, nos preocupamos com as consequências do álcool somente quando ocorrem tragédias de transito (e que, geralmente, acontecem com jovens), mas esquecemos das consequências do beber frequentemente.

O jovem bebe por três motivos:

1)      Gosta do efeito que a bebida traz.

Gosta de misturar, de experimentar. Toma um pouco em casa, depois na casa do amigo que certamente, também, tem alguma bebida alcoólica e, depois, na balada ou em outro lugar qualquer que ele vá. Os efeitos podem ser relaxantes ou de extroversão e, muitas vezes, o adolescente precisa desse efeito para poder “chegar” em alguma menina, para ficar mais sociável e a vontade no meio dos amigos.

2)      “Precisa” beber para sentir-se aceito pelo grupo.

A resposta que mais se ouve é: “Todo mundo bebe e eu não vou ficar de fora!”

Como essa é uma fase de identificação e busca de identidade, o jovem precisa identificar-se com esse grupo e, portanto, usar as mesmas coisas, a mesma linguagem, etc.

Erroneamente, alguns pais tendem a beber junto com o filho ou filha porque imaginam que essa atitude poderá controlar o filho, ao mesmo tempo em que se aproximam dele. Imaginar que, pelo fato de beber junto, você estará se tornando amigo de seu filho é um erro. Na verdade, fazendo isso só estará dando aval para ele.

Filhos na adolescência, não são amigos de pais. Eles podem contar muita coisa, mas não tudo. Ele poderá beber na sua frente, mas irá beber em outros locais longe de você, da mesma forma.

A ideia de que o diálogo deve acontecer e é suficiente para controlar e evitar situações pode dificultar as coisas. Primeiramente, porque os pais imaginam que esses filhos estão tão amigos que contam tudo (o que não é verdade). Segundo, que os filhos por acharem que os pais agora estão “amigos”, eles tem o direito não só de serem ouvidos, mas de serem atendidos em tudo. A autoridade pode ficar fragilizada nesse processo, pois amigos não decidem, não dão ordens; apenas sugerem e podem ser ouvidos ou não.

3)      Bebem por fuga.

Bebem para fugirem de crises familiares, onde a interferência deles é praticamente nula por não poderem fazer nada e nem sequer serem ouvidos. Crises entre os pais, geralmente, empurram o jovem a se ancorar no grupo de amigos que o levam a “se divertir” e esquecer a crises em casa, usando a bebida.

Como essa é, também, uma idade em que autoestima desaba por motivos simples, eles tendem a fugir, usando o álcool. É uma idade cheia de complexos. A autoestima da menina desaba porque o menino não olha para ela ou porque ela se sente inferiorizada olhando para outras amigas e se comparando com elas. Desaba quando o menino não consegue evoluir nos estudos ou não tem um porte tão atlético como os outros colegas. Nesses momentos, os pais devem ficar alerta na superação dessas frustrações, antes que usem bebida, nessa tentativa. As atividades, juntas com o filho, são importantes para que esse filho saia do “baixo astral”.

Observe, também, se você, como pai ou mãe, usa mais críticas do que elogios; ou se costuma sempre comparar seu filho com o irmão ou com outras pessoas. Críticas e comparações só ajudam a derrubar a autoestima que, nessa idade, já oscila demasiado.

Situações de frustração, mesmo aquelas onde o filho percebe que não consegue corresponder às expectativas dos pais, o levam a aproximar-se cada vez mais do grupo, distanciar-se dos pais e, portanto, usando a bebida como fuga.

Existe, nessa fase, um medo grande por parte dos pais em exercerem a autoridade. Muitas vezes, o distanciamento do filho (a) é tão grande e ficam tão pouco tempo juntos que esses pais se sentem culpados por dizerem “NÃO” quando precisam, colocando limites.

Alguns pais confundem independência desses jovens com maturidade e responsabilidade. O jovem pode ter autonomia, dirigir seu carro, ter boas notas, mas isso não significa maturidade, ainda. Observe seu filho.

Alguns pais, também, imaginam que falar sobre álcool com eles não é necessário, pois muitos ainda não bebem ou mesmo não se interessam. Além disso, seria colocar medo nesses filhos sobre estatísticas trágicas e desnecessárias. Este tipo de “proteção” é inadequado, pois é exatamente o medo e essa realidade que poderá ajudar seu filho. O adolescente, nessa fase, se sente inatingível, como se nada de ruim pudesse acontecer com ele; somente com outros. Essa é uma característica da adolescência e é importante que você traga essa realidade para seu filho. Ela funciona como um alerta. Você não irá evitar tudo, mas irá evitar muita coisa ruim e uma delas é a ignorância de seu filho sobre esse assunto, causada por sua omissão.


F.B.
05/13890

quinta-feira, 22 de março de 2018

MÉTODO 2 DOS CINCO MÉTODOS PARA ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS


O enfoque Acomodação é o contrário da Competição. Nesse método, você deseja abrir mão da sua posição, aceitando a de outra pessoa. Embora possa parecer, na verdade não se trata de um comportamento não afirmativo. No entanto, Não Afirmativos adotam o método Acomodação como única opção para enfrentar o conflito. Essa, porém, é uma aplicação inadequada da Acomodação, pois demonstra que a pessoa não deseja tentar resolver as divergências, preferindo evitar uma situação desagradável.

A aplicação eficaz do enfoque Ganhar/Perder vem de uma posição afirmativa. Na verdade, você pode optar afirmativamente por ser não afirmativa por outras razões que não a timidez ou o afastamento.

Utilização apropriada do enfoque Acomodação:

·        Quando é mais importante preservar a relação do que discutir sobre o assunto.
·        Quando o assunto é mais importante para a outra pessoa do que para você.
·        Quando você quer indicar um grau de bom - senso.
·        Quando você quer incentivar os demais a expressar seus próprios pontos de vista.
·        Quando você quer que os outros aprendam através de suas próprias escolhas          e ações.

Lição da pipa: quem quer subir muito alto, precisa aprender a voar contra o vento. (Provérbio chinês)

F.LUZ

terça-feira, 20 de março de 2018

CINCO MÉTODOS PARA ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS - MÉTODO 1


Esse será o primeiro dos cinco métodos para administração de conflitos:  
Já que o conflito é inevitável, a verdadeira questão é como lidar com ele. Nem sempre podemos evitá-lo ou solucioná-lo, mas normalmente é possível administrá-lo e chegar a uma conclusão. 

COMPETIÇÃO (GANHAR I PERDER) 
Na administração de conflitos, a ênfase na competição reflete uma tentativa de dominação total. A filosofia adotada é "quem ganha consegue tudo". Normalmente o objetivo é vencer o conflito a qualquer custo, e não buscar a solução mais apropriada para todos os envolvidos.

A relação Ganhar x Perder é baseada no poder. Você usa todo o poder ao seu alcance para fazer com que as outras pessoas tenham a mesma opinião que você. Capacidade de argumentação, cargo ocupado na empresa, sanções econômicas, coerção e autoridade são algumas das estratégias comumente utilizadas no enfoque Competição.

Essas características podem levar a acreditar que a Competição seria raramente útil no local de trabalho. No entanto, há momentos em que a abordagem ganhar x perder é apropriada.

Utilização apropriada do enfoque Competição:

  • Em emergências, quando são necessárias ações rápidas e decisivas.
  • Quando é preciso implementar mudanças impopulares.
  • Quando outros métodos já foram utilizados e não tiveram efeito.
  • Em relações de trabalho onde há uma atmosfera de pouca confiança.

FLUZ

segunda-feira, 19 de março de 2018

Alegria


A alegria impede que os sentimentos negativos apareçam favorecendo assim o aumento da energia positiva. Esse estado que até gera uma tranquilidade dá uma disposição para que tudo seja realizado com entusiasmo e motivação.
Uma pessoa alegre desfruta de uma saúde maior e com menos possibilidade de adoecer, pois todo o seu organismo está envolvido por essa energia.
Alegria, prazer e satisfação são sentimentos que não se distinguem um do outro com tanta nitidez quanto irritação, tristeza e medo. Por isso,para cada emoção positiva identificada existem três ou quatro negativas segundo estudos realizados.
Os sentimentos positivos, incluindo aí a alegria, atuam de uma forma contagiosa na pessoa e mostram o quanto necessitamos de positividade com mais intensidade. Assim,pessoas neuróticas não vivem o presente enquanto as pessoas alegres  já vivem esse presente e talvez por isso, a alegria lhes seja mais frequente.

Fábio Bessa
CRP 05/13890

A Música e a melhora do humor

O que é hobbie para muita gente, na verdade pode servir como tratamento para vários problemas psicológicos que podem surgir em uma rotina tã...