sábado, 16 de junho de 2012

PEDOFILIA, O MAL QUE ATINGE AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES DO BRASIL



Pedofilia é o mau que preocupa toda a sociedade.
Números alarmantes foram levantados por Magno Malta, na CPI contra pedofilia no Senado. Nos estudos, foram constatados que, em cada 10 casos de pedofilia, seis acontecem na própria família.
É preciso prevenir os filhos sobre todos os assuntos, acabando com a hipocrisia religiosa onde não se permite que temas importantes como esse sejam abordados pelas crianças, e com isso não se tornarem alvo fácil para os pedófilos.
Os pais devem estar atentos para os sinais de que algo anda errado, como: agressividade, medo anormal de ficarem sozinhas, crises de choro, entre outros.
Sempre alerta para um potencial abusador, pois na grande maioria dos casos é alguém em que a criança mais tem confiança.
A estratégia dos pedófilos, para conquistar a sua "presa" é iniciar um jogo de sedução, até conseguirem o que querem, e depois, finalizam com a coação, que visa a não serem descobertos.
A Lei 11.829/08, sancionada pelo ex-presidente Lula, é um grande avanço no ordenamento jurídico brasileiro para o combate desse tipo de crime.
As acusações contra os pedófilos, antes da referida lei, eram apreciadas com base nos artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no artigo 214 Código Penal como atentado violento ao pudor. Hoje, com a lei, esses crimes são combatidos com mais rigor.
A sociedade tem que estar atenta, mas do que isso, não pode se calar, tem que dar um basta, procurando imediatamente a policia, o Conselho Tutelar, Órgão do Ministério Público. Também Sites como www.denunciar.org.br, que, sem dúvida, é uma arma para denunciar pornografias infantis e crimes contra os direitos humanos.
O pedófilo pode estar em qualquer classe social, independente de raça ou credo. Podem ser qualquer um, como um amigo da família, o professor, o padre, o tio, até mesmo o próprio pai.
Pode aparecer em qualquer lugar, cabendo desta forma, aos pais, o dever de proteger, educar e alertar seus filhos.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Sobre o Abuso Infantil



O abuso infantil é o maltrato físico, psicológico ou sexual das crianças. Enquanto a maioria dos abusos contra crianças acontece em ambientes domésticos, uma parcela significativa também ocorre em organizações que env...olvem crianças, tais como igrejas, escolas, empresas de cuidados da criança e escolas residenciais. Há quatro categorias principais de abuso de criança: negligência, abuso físico, abuso psicológico ou emocional e abuso sexual. Existem diferentes subcategorias dentro de cada tipo de abuso. É fácil identificar algumas formas de abuso infantil, outros são mais difíceis. O fato de que uma criança sofreu dano não revela necessariamente abuso. Abuso de criança é uma ação ou omissão que prejudique uma criança. A pessoa responsável deve ter conhecida por sua ação ou omissão, a qual era susceptível de causar danos. Bem, isso é um ponto de vista muito legal. Agora existe um mais prático, o ponto de vista da vítima: "é qualquer coisa que prejudique você!!"

terça-feira, 24 de abril de 2012

II Seminário Nacional de Psicologia em Emergências e Desastres - Abertura


O bullying no trabalho


O bullying no trabalho


Segundo a reportagem, o bullying praticado no mercado de trabalho pode ser caracterizado como uma forma de preconceito. Ele se caracteriza, muitas vezes, de maneira sutil ou até mesmo grosseira. As pessoas são excluídas ou rechaçadas pelos colegas ou pelos seus superiores” diz Fernando Elias José.O site oDiário.com publicou recentemente uma interessante reportagem sobre bullying no ambiente de trabalho. A matéria teve colaboração do psicólogo Fernando Elias José especialista em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental. Quando ouvimos falar de bullying, geralmente associamos a casos de desrespeito entre alunos em colégios, escolas e faculdades, mas o termo também serve para representar as humilhações intencionais causadas por muita gente no mercado de trabalho.
Consequências
O bullying pode causar diversos problemas posteriores como baixa estima, insegurança, dificuldade em estabelecer bons vínculos afetivos e sociais, solidão, estagnação profissional e pessoal são os mais importantes.
Segundo o psicólogo, “se a pessoa não se tratar psicologicamente poderá sofrer, (…) dessa maneira, há a necessidade de mudança para os comportamentos não se repetirem”, conclui Elias José.
Um estudo da Academia Americana de Medicina do Sono em conjunto com a Sociedade de Pesquisa do Sono, aponta o bullying como prejudicial ao sono. Na pesquisa, 11% das mulheres e 9% dos homens disseram ter sofrido hostilidades no trabalho, enquanto 31% e 32%, respectivamente já presenciaram o bullying na empresa.
Solução
A melhor solução para evitar esse tipo de problema e resguardar sua saúde ou a de seu companheiro de trabalho é a denúncia. Procure o superior responsável pela equipe de trabalho e comente ou explique os fatos que levaram aquela reclamação. Caso a empresa, depois de ser informada não tome nenhuma atitude enérgica para inibir o bullying, o profissional pode ainda recorrer a justiça. A nossa Constituição resguarda a dignidade das pessoas por lei e prevê que o ambiente de trabalho deve ser equilibrado, segundo o artigo 225. Quem entrar com ação contra a prática de bullying, pode pedir indenização não só por danos morais, mas também por materiais, pois a pessoa pode ficar deprimida e ter gastos com médicos e remédios em conseqüência das humilhações que sofreu.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

TOC (manias)-Parte 2


Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)


Psicologia Ambiental, especialidade que ganha campo


Ciência e Profissão


Psicologia Ambiental, especialidade que ganha campo
Disciplina, ainda pouco estudada, é fundamental para entender as influências do ambiente no comportamento humano. Pare e reflita: você se comporta da mesma maneira em ambientes diferentes? Como você é
no trabalho e como você é na sua casa? Como você trata as pessoas no trânsito e como você as trata na academia? A mesma pessoa que é tão agressiva em uma circunstância pode ser muito amável em outra. Por que? O que define o comportamento, a reação de cada um? São questões como essas de que se ocupa a Psicologia Ambiental, uma especialidade
relativamente nova, que ainda tem baixa representatividade no Brasil, mas nem por isso pouco importante. Nascida na primeira metade do século XX, a partir de teses comportamentalistas, de reflexões a respeito da essência instintiva ou não da humanidade e,também, da teoria da Gestalt, a Psicologia Ambiental trata das inter-relações entre o indivíduo e o ambiente, seja este construído ou natural, urbano ou rural.
"Com a emergência da consciência ambiental, na segunda metade do século passado, foram incorporadas as temáticas da ecologia e da
degradação ambiental, que se juntaram a outras questões como os direitos humanos, a migração e a democracia. Todos (esses) objetos
de estudo para o psicólogo ambiental", diz a professora Eda Terezinha de Oliveira Tassara, do Instituto de Psicologia da USP. Isto é, o ambiente de que se fala não se restringe ao meio-ambiente ecológico, mas compreende também espaços como uma casa, um condomínio, um bairro, uma cidade, com dimensões e características diversas.
Uma característica fundamental é a comunicação com outras áreas de estudo, como arquitetura, urbanismo, engenharia, geografia,sociologia e antropologia social e urbana, já que todas contribuem para compreender a organização do espaço e sua influência sobre o comportamento humano. Devido a esse caráter interdisciplinar, Hartmut Günther,professor e coordenador do laboratório de Psicologia Ambiental da Universidade de Brasília, orienta que, além da formação em Psicologia, o profissional que deseja atuar neste ramo precisa acumular conhecimentos específicos em uma dessas outras especialidades. O estresse do paulistano, por exemplo, é uma temática que caberia a profissionais de todos esses ramos, pois cada um na sua especialidade pode refletir e procurar soluções para o problema.
Eda Terezinha, que coordena o Laboratório de Psicologia Sócio-Ambiental e Intervenção da USP, explica que existem diversas formas de aplicação da Psicologia Ambiental, que incluem de metodologias participativas à observação do comportamento humano. "Em Cunha, no interior do Estado, estamos desenvolvendo projeto com metodologia mista. É um trabalho de conscientização daqueles habitantes a respeito do território de ocupação e, ao mesmo tempo, compreensão do jeito rural de ser daquela sociedade", diz. Ela conta ainda que o Laboratório, que já tem dez anos, está desenvolvendo projetos de políticas públicas para o Ministério do Meio Ambiente e para o Ministério do Trabalho. Sinal de que a especialidade está ganhando reconhecimento.
Mara Campos de Carvalho, professora da USP de Ribeirão Preto, dá outros exemplos de como se pode trabalhar sendo um psicólogo
ambiental. "Estamos pesquisando a qualidade do ambiente infantil nas creches da região. Além disso, tenho alunos desenvolvendo estudos
sobre o ambiente de moradia dos estudantes no Campus; sobre o comportamento de profissionais que, mesmo contratados por uma
empresa, trabalham em casa, e também o estudo de quilombos."
Contudo, os cursos preparatórios ainda são escassos. Há poucas universidades com pós-graduação específica em Psicologia Ambiental,
como a Universidade de Brasília. "Geralmente, assim como acontece na USP, é uma matéria eletiva ou está dentro de alguma outra disciplina", diz Eda Terezinha. Os cursos mais fortes estão mesmo no exterior como a Universidade René Descartes, em Paris. Para ela,hoje existem demandas que os currículos não contemplam. O grupo do laboratório que coordena conta com não mais do que 30 profissionais. Em Ribeirão Preto, Mara teme que, ao se aposentar, não exista outro docente que possa substituí-la. "Da década de 70 para cá, vimos que a especialidade está se firmando, mas ainda é um crescimento muito lento em relação a outros países", preocupa-se.

A Música e a melhora do humor

O que é hobbie para muita gente, na verdade pode servir como tratamento para vários problemas psicológicos que podem surgir em uma rotina tã...