sábado, 31 de maio de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Usos e benefícios dos florais
Florais têm o poder de harmonizar
emoções, podem ser usados sozinhos ou como auxílio de algum tratamento
médico convencional. Por ser de origem natural e produzida segundo
técnicas caseiras, a terapia floral não tem contraindicações e não
interfere no efeito dos remédios alopáticos e homeopáticos. Além disso,
os florais não apresentam efeitos colaterais e não causam dependência.
As flores e suas energias
Toda planta é uma entidade completa. Ela é caracterizada segundo a sua história, a sua essência e as substâncias que a constituem. Assim como o ser humano só pode ser caracterizado a partir de uma visão que configure todas as suas partes componentes, as flores também só podem ser definidas a partir da junção de todos os elementos que a constituem. As flores são as plantas mais evoluídas, prova disso é que cada uma delas corresponde a um determinado quadro emocional humano.
Bach acredita que a doença é o resultado do conflito entre a personalidade e o “eu superior” de cada pessoa. Diferentemente da medicina tradicional, a medicina floral não pretende atacar a doença para que a pessoa se sinta melhor. Os florais agem no nosso corpo através de vibrações positivas que têm efeito imediato sobre o modo como vemos tudo ao nosso redor e a nós mesmos.
A função da terapia floral é propiciar o
equilíbrio emocional e mental, pois somente estando saudável emocional e
mentalmente uma pessoa terá condições de se livrar de quaisquer
enfermidades físicas. A medicina floral acredita que a cura é um
processo centrífugo, ou seja, de dentro para fora. Assim, o bem-estar
físico nada mais é que uma consequência da serenidade espiritual e da
felicidade interior, reações proporcionadas pela energia das flores.
Medicina floral como método terapêutico -
A energia das flores é capaz de recuperar o equilíbrio emocional, prevenindo e até curando doenças físicas.
Meios alternativos de tratamento
para problemas de saúde têm ganhado a simpatia e a confiança de pessoas
de todas as idades. A busca incessante por um modo de vida mais
saudável influi em muitas decisões que tomamos, como a adoção de um
hábito alimentar mais balanceado, a inclusão do exercício físico nas
atividades do dia a dia e o uso de medicamentos que sejam ao mesmo tempo
eficazes e naturais. O tratamento de enfermidades através de chás e
outros compostos à base de plantas é um costume muito antigo, uma
sabedoria milenar que permanece ainda nos dias de hoje.
Sem qualquer tipo de substância ou procedimento industrial, a medicina floral
vem se desenvolvendo ao longo dos anos por estudiosos interessados em
desvendar o segredo terapêutico das flores. Dr. Edward Bach, médico
inglês, foi o primeiro a divulgar uma relação de 38 composições de florais, que serviram de base para as posteriores combinações de flores. São várias as essências florais disponíveis atualmente no mercado, graças a essa lista criada na década de 1930.
A atuação do floral sobre as emoções humanas
Bach conseguiu provar, através de sua atividade médica, que a condição mental de cada pessoa está diretamente relacionada à doença física que a aflige. Segundo Bach, todo ser humano tem uma personalidade emocional que é capaz de explicar a sua reação dentro de um determinado contexto e de uma determinada situação. Desse modo, a partir do seu vasto conhecimento sobre o comportamento humano e sobre as plantas, ele conseguiu identificar de maneira surpreendente qual espécie de flor tem o componente necessário para agir em um estado emocional específico.
Houve uma época em que Bach abdicou de seu exercício como médico para se dedicar inteiramente ao estudo das flores, tentando descobrir o modo como cada uma delas age no organismo humano. Para tanto, mudou-se para o campo e começou a observar tudo o que fosse interessante para a pesquisa que se propôs a desenvolver. As descobertas dessa época tiveram uma contribuição de inquestionável relevância para a medicina floral, influenciando vários estudos ao redor do mundo. Como cada país tem suas espécies particulares de flores, inúmeras novas essências foram criadas tendo as flores da Inglaterra como referência.
Bach conseguiu provar, através de sua atividade médica, que a condição mental de cada pessoa está diretamente relacionada à doença física que a aflige. Segundo Bach, todo ser humano tem uma personalidade emocional que é capaz de explicar a sua reação dentro de um determinado contexto e de uma determinada situação. Desse modo, a partir do seu vasto conhecimento sobre o comportamento humano e sobre as plantas, ele conseguiu identificar de maneira surpreendente qual espécie de flor tem o componente necessário para agir em um estado emocional específico.
Houve uma época em que Bach abdicou de seu exercício como médico para se dedicar inteiramente ao estudo das flores, tentando descobrir o modo como cada uma delas age no organismo humano. Para tanto, mudou-se para o campo e começou a observar tudo o que fosse interessante para a pesquisa que se propôs a desenvolver. As descobertas dessa época tiveram uma contribuição de inquestionável relevância para a medicina floral, influenciando vários estudos ao redor do mundo. Como cada país tem suas espécies particulares de flores, inúmeras novas essências foram criadas tendo as flores da Inglaterra como referência.
Natureza do ser humano - O ModeloBiopsicossocial
A perspectiva que tem como referência o modelo biopsicossocial tem se afirmado
progressivamente. Ela proporciona uma visão integral do ser e do adoecer que
compreende as dimensões física, psicológica e social. Quando incorporada ao
modelo de formação do médico coloca a necessidade de que o profissional, além
do aprendizado e evolução das habilidades técnico-instrumentais, evolua,
também, as capacidades relacionais que permitem o estabelecimento de um vínculo
adequado e uma comunicação efetiva.
Comunicação
A partir da perspectiva biopsicossocial é evidente a importância de uma comunicação efetiva, no sentido de criar um vínculo adequado, assegurando que os problemas e preocupações dos pacientes são entendidos por aqueles que oferecem cuidados e que informação relevante, recomendações e tratamento sejam entendidos, lembrados e efetivados pelos pacientes.
De acordo com o modelo biopsicossocial, o Técnico de Saúde deve sempre considerar, no seu diagnóstico, a interação dos fatores sociais, psicológicos e biológicos, de modo a avaliar o estado de saúde da pessoa e fazer recomendações, se necessário, para o tratamento. Desta forma, é importante recolher bastante informação e organizá-la o melhor possível, para conseguir um bom diagnóstico (o doente não participa neste processo de recolha de informação.
Somos seres biopsicossociais (psiquismo, corpo, meio sócio-econômico cultural), portanto, não podemos ignorar a importância de manter o equilíbrio e harmonização desses três níveis. A doença pode se manifestar com predominância em um dos níveis, mas, de certa forma, os outros níveis já estão comprometidos. É como se o adoecer se instalasse no corpo para provocar a reconciliação desses três aspectos. Curar apenas o corpo sem avaliar qual o fator desencadeante da doença, é negligenciar a possibilidade de descobrir qual a função e significado daqueles sintomas para cada indivíduo. Porém, nem sempre ausência de sintomas significa “ser saudável”. Viver na apatia e na desesperança, grandes males da vida moderna, também são indicadores de doenças, embora inicialmente não identificados por uma sintomatologia.
Essa forma, holística e indivisível de ver o homem não é nova, tem suas raízes nos primórdios da arte de curar, onde os aspectos que compões essa totalidade já eram apontados como entidades interdependentes.
Comunicação
A partir da perspectiva biopsicossocial é evidente a importância de uma comunicação efetiva, no sentido de criar um vínculo adequado, assegurando que os problemas e preocupações dos pacientes são entendidos por aqueles que oferecem cuidados e que informação relevante, recomendações e tratamento sejam entendidos, lembrados e efetivados pelos pacientes.
De acordo com o modelo biopsicossocial, o Técnico de Saúde deve sempre considerar, no seu diagnóstico, a interação dos fatores sociais, psicológicos e biológicos, de modo a avaliar o estado de saúde da pessoa e fazer recomendações, se necessário, para o tratamento. Desta forma, é importante recolher bastante informação e organizá-la o melhor possível, para conseguir um bom diagnóstico (o doente não participa neste processo de recolha de informação.
Somos seres biopsicossociais (psiquismo, corpo, meio sócio-econômico cultural), portanto, não podemos ignorar a importância de manter o equilíbrio e harmonização desses três níveis. A doença pode se manifestar com predominância em um dos níveis, mas, de certa forma, os outros níveis já estão comprometidos. É como se o adoecer se instalasse no corpo para provocar a reconciliação desses três aspectos. Curar apenas o corpo sem avaliar qual o fator desencadeante da doença, é negligenciar a possibilidade de descobrir qual a função e significado daqueles sintomas para cada indivíduo. Porém, nem sempre ausência de sintomas significa “ser saudável”. Viver na apatia e na desesperança, grandes males da vida moderna, também são indicadores de doenças, embora inicialmente não identificados por uma sintomatologia.
Essa forma, holística e indivisível de ver o homem não é nova, tem suas raízes nos primórdios da arte de curar, onde os aspectos que compões essa totalidade já eram apontados como entidades interdependentes.
Felicidade e Emoções Positivas
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A felicidade, em geral, envolve a experiência de emoções positivas.
Barbara
Fredrickson, professora da University of North Carolina, é uma
especialista no estudo das emoções positivas. Ela desenvolveu uma teoria
sobre o efeito benéfico das emoções positivas, conhecido
‘broaden-and-build theory’.
Para
ela as emoções positivas são uma expressão da saúde e sanidade,
permitem um florescimento ou expansão (broaden) cognitivo e
comportamental e também propiciam a construção (Build) de recursos
psicológicos e emocionais.
.
Emoções negativas, como medo, raiva e desgosto, levam a comportamentos focados em evitar ou enfrentar a ameaça.
Emoções positivas, por outro lado, aumentam a flexibilidade e a amplitude da cognição e do comportamento.
Dentro das emoções positivas estariam, contentamento, alegria, satisfação, desfrute, gratidão e amor.
.
Em sua Teoria ela fala que a proporção ideal entre as emoções positivas e negativas é de 3 para 1, respectivamente.
O “número mágico” da felicidade seria 75% de emoções positivas e 25% de emoções negativas.
.
Os estudos realizados em várias universidades mostram que as conseqüências das emoções positivas e da felicidade são amplas:
· Sucesso na Escola e no trabalho
· Melhores Relacionamentos Sociais
· Melhor Saúde Física
· Melhor Saúde Mental
· Vida mais Longa
Referências:
Fredrickson,
B.L. 2001, ‘The role of positive emotions in positive psychology: The
broaden-and-build theory of positive emotions’, American Psychologist,
vol. 56, no. 3, pp. 218-226.
Fredrickson,
B. L. & Losada, M. F. 2005, ‘Positive affect and the complex
dynamics of human flourishing, American Psychologist, vol. 60, no. 7,
pp. 678-686.
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