domingo, 23 de agosto de 2015
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Culpa
A culpa é um sentimento natural do ser humano. É um
sentimento de ser incorreto, mau ou ruim que pode se manifestar de uma maneira
projetiva em alguém ou contra si mesmo.É, o resultado da raiva que alguém sente
contra si mesma, voltada para dentro, em forma de sensação de algo que foi
feito erradamente.
A pessoa castigada pela culpa procura fugir de qualquer tipo
de relacionamento deixando o mau humor predominar e sempre distorcendo o que
ouve e achando que tudo está voltado para ela mesma como uma forma de
humilhação e até de censura. Essa pessoa foge tanto da culpa que parece estar
carregando uma sacola cheia de sua casa até a rua e vice-versa sem finalidade
alguma.Para termos uma vida saudável e flexível é muito importante sabermos
como lidar com a culpa,pois ela é a responsável por várias doenças psicológicas
e psicossomáticas.
Temos como características associadas ao estado de culpa: tendência
à depressão, ansiedade, baixa autoestima, perfeccionismo, necessidade de ter
tudo sob controle, solidão e também participação social reduzida.
Essa culpa não deverá ser tratada como incurável e para se
ver livre desse sentimento que perturbam, encare-o com coragem, procurando
resolvê-lo da melhor maneira aprendendo a acreditar em seus sentimentos e
aceitar-se como realmente é, pois é importante a libertação dos sentimentos de
culpa, para um bem-estar físico e psicológico.
Fábio Bessa
CRP 05/13890
terça-feira, 7 de julho de 2015
Fobia Social
A fobia social é um mal caracterizado por um medo
intenso de ser avaliado por outros. A ansiedade pode levar a ataques de
pânico, com sintomas tais como palpitações, vertigens, falta de ar e
sudorese. Muitas pessoas tendem a menosprezar os medos dos fóbicos
alegando que eles devem ignorar a timidez e enfrentar a situação. Mas
existe uma enorme diferença entre timidez e fobia social.
Diferente da timidez comum a fobia social é tão grave que interfere no desempenho diário, no trabalho, na escola e em quase todos os relacionamentos interpessoais. Alguns medos estão ligados a esse mal, como por exemplo, falar em público, comer ou escrever diante dos outros, usar o telefone, relacionar-se com pessoas, entre outros.
A estratégia mais comum que os fóbicos sociais adotam para lidar com o problema é evitar as situações, consideradas por eles, de risco e simplesmente fogem do que lhes apavoram.
No entanto, esta estratégia os aprisiona, em vez de protegê-los. Esquivar-se das situações pode tornar-se uma armadilha cada vez mais operante, até que a esquiva passa a ser uma reação automática. Com isso jamais aprendem a enfrentar seus medos e vencê-los.
O mais importante para um tratamento bem sucedido, é primeiramente o paciente procurar admitir que sofra desse mal, depois administrar os sintomas. Para isso, será preciso tratar os sintomas físicos, as crenças a respeito das situações das quais ele teme e o comportamento que os medos lhe provocam com a ajuda de um psicólogo ou de um psiquiatra.
Diferente da timidez comum a fobia social é tão grave que interfere no desempenho diário, no trabalho, na escola e em quase todos os relacionamentos interpessoais. Alguns medos estão ligados a esse mal, como por exemplo, falar em público, comer ou escrever diante dos outros, usar o telefone, relacionar-se com pessoas, entre outros.
A estratégia mais comum que os fóbicos sociais adotam para lidar com o problema é evitar as situações, consideradas por eles, de risco e simplesmente fogem do que lhes apavoram.
No entanto, esta estratégia os aprisiona, em vez de protegê-los. Esquivar-se das situações pode tornar-se uma armadilha cada vez mais operante, até que a esquiva passa a ser uma reação automática. Com isso jamais aprendem a enfrentar seus medos e vencê-los.
O mais importante para um tratamento bem sucedido, é primeiramente o paciente procurar admitir que sofra desse mal, depois administrar os sintomas. Para isso, será preciso tratar os sintomas físicos, as crenças a respeito das situações das quais ele teme e o comportamento que os medos lhe provocam com a ajuda de um psicólogo ou de um psiquiatra.
Fábio Bessa
CRP 05/13890
CRP 05/13890
domingo, 14 de junho de 2015
TCC e DEPRESSÃO
A TCC é de grande utilidade no tratamento da depressão leve
a moderada. A combinação da psicoterapia com os antidepressivos ajuda na
prevenção de recaídas.
Como características da depressão temos os sintomas
cognitivos, afetivos, motivacionais, comportamentais e até imunológicos.
A TCC tem como princípios básicos o tempo limitado, as
sessões estruturadas que ensinam aos pacientes a identificar, avaliar,
responder a seus pensamentos e crenças através de várias técnicas para mudar o
pensamento, o humor e o comportamento.
Esse processo começa com uma avaliação do caso indo até o
equilíbrio dos sintomas passando por várias etapas. Durante esse processo o uso
das técnicas são fundamentais,pois proporcionam ao paciente vários benefícios
em relação ao seu sistema emocional e pensamentos automáticos.
O objetivo da TCC é que com o tempo, o paciente não
necessite mais da ajuda do terapeuta e possa encarar suas dificuldades e
problemas sozinhos.
Assim poderá notar que muitas vezes os problemas não são tão
grandes e complexos quanto parecem, mas a forma como está sendo encarado é que
não é a mais correta.
A terapia ajuda “a mudar o olhar” sobre um desequilíbrio que
era encarado como sem solução para uma nova situação, alcançando assim uma nova
maneira de encarar a vida.
Fábio Bessa
CRP 05/13890
domingo, 31 de maio de 2015
ABUSO SEXUAL FAMILIAR
Estatísticas sobre abuso sexual de bebês, crianças e
adolescentes apontam que 70% dos casos domiciliares registrados pela polícia
são cometidos pelo pai ou pelo padrasto da vítima.
O levantamento mostra que a violência sexual não depende do
nível cultural ou social da família. O abuso sexual, geralmente, acontece em
ambientes onde existam características que propiciem a agressão. Muitas vezes,
esse conjunto de peculiaridades é transmitido através de gerações.
A pesquisa indica que as famílias em que ocorrem esse tipo
de violência, a figura e a função da mãe e do pai não são desenvolvidas e
manifestadas claramente. Entende-se como papel dos pais providenciar proteção e
cuidados aos filhos, mas nessas famílias estes atributos recaem sobre outros
familiares ou, às vezes, são colocados de lado.
Acontece que, sem esse referencial, tanto a criança quanto o
adulto desenvolvem seus espaços deslocados do papel e dos limites que ocupam
dentro da família. Com a indefinição, o abuso sexual pode acontecer sem que
nenhum dos membros do casal possa evitar, já que o agressor sempre acaba
coagindo o menor com ameaças físicas para que ele mantenha tudo em segredo.
Muitas vezes, a parceira do agressor descobre e, ao invés de levar o caso a
polícia, se torna cúmplice. Então para evitar que a criança conte, isolam a
vítima retirando-a do seu convívio social.
A esperança desses menores está em encontrar um adulto com
quem se estabeleça um vínculo de confiança, como um professor ou um parente, a
quem ela possa pedir socorro.
Em crianças que ainda não conseguem expressar o
acontecimento, é possível observar atitudes exibicionistas, linguajar erotizado
e imitações de carícias ou relações sexuais, típicos das vítimas de abuso dessa
faixa etária.
Já entre os adolescentes e pré-adolescentes é preciso tomar
muito cuidado para não cair em uma interpretação errada a qual muitas pessoas
costumam ter: dividindo a responsabilidade do agressor com o menor agredido,
que não tem maturidade suficiente para defender-se.
Enfim, nesses casos, o mais importante é ouvir a vítima com
toda a atenção e com cuidado, para que não se criem traumas maiores,
encaminhando a denúncia aos serviços e autoridades competentes.
segunda-feira, 18 de maio de 2015
terça-feira, 12 de maio de 2015
MODELOS DE COMUNICAÇÃO PARA SOLUÇÃO DE DIVERGÊNCIAS
MODELO DESC
O Modelo DESC (describe, express, specify e consequences) é
um método direto para tratar de conflitos entre duas pessoas. Às vezes, é visto
como competitivo e, frequentemente resulta em uma relação Ganhar / Perder,
porém, pode ser muito eficaz quando outros métodos não tiverem surtido efeito.
Embora possa ser adotado para solucionar divergências com chefes ou colegas, é
mais usado por supervisores e chefias que lidam com funcionários subordinados
que não costumam cooperar. As etapas do Modelo DESC são as seguintes:
D - Descrever a situação. É importante ser muito específico
na primeira etapa. Descreva os pontos divergentes ou o comportamento da outra
pessoa da maneira mais clara possível. Procure incluir sempre incidentes
específicos, pois isso evita declarações muito genéricas.
E - Expressar sua opinião. Se a pessoa não estiver ciente de
que suas ações estão exercendo um impacto negativo sobre você e os demais, em
primeiro lugar, ela não pode imaginar que existe um problema. Quando você
expressa sua opinião, o indivíduo passa, a saber, claramente que o problema não
é aceitável e ele tem que ser resolvido.
S - Especificar o que você deseja que aconteça. Após
expressar sua opinião sobre a situação, indique as mudanças que você espera que
aconteçam com a outra pessoa. Aqui, mais uma vez, seja específico para não
haver equívocos. A pergunta "O que está em jogo?" está incluída nesta
etapa. Você não pode esperar que os outros façam algo simplesmente porque você
quer; é preciso vender sua ideia. A reação das pessoas é bem mais positiva
quando elas concordam com o motivo apresentado para a mudança em suas ações ou
comportamento.
C - Consequências. A última etapa do Modelo DESC consiste em
deixar a outra pessoa saber o resultado esperado. Talvez seja melhor indicar as
possíveis consequências negativas primeiro, mas é importantíssimo que você
queira e consiga defender essa alternativa caso as mudanças não ocorram. A
última parte desta etapa consiste em enfatizar os prováveis resultados
positivos a serem atingidos se as mudanças solicitadas forem feitas.
Assinar:
Postagens (Atom)
A Música e a melhora do humor
O que é hobbie para muita gente, na verdade pode servir como tratamento para vários problemas psicológicos que podem surgir em uma rotina tã...
-
O que é hobbie para muita gente, na verdade pode servir como tratamento para vários problemas psicológicos que podem surgir em uma rotina tã...
-
MODELO DESC O Modelo DESC (describe, express, specify e consequences) é um método direto para tratar de conflitos entre duas pess...