terça-feira, 25 de outubro de 2016
terça-feira, 21 de junho de 2016
Psicologia Positiva: a arte de ver o copo meio cheio
Sofrer com fatos que já aconteceram e remoê-los. Ou
superá-los e encontrar crescimento e motivação nos eventos vividos? Para a
Psicologia Positiva, desenvolvida pelo psicólogo norte-americano Martin
Seligman, apenas a segunda opção faz sentido.
Desenvolvida nos anos 1990, esse ramo da psicologia se
dedica a estudar as emoções positivas (felicidade, prazer), traços positivos do
caráter (sabedoria, criatividade, coragem, cidadania etc.), relacionamentos
positivos (amizade, confiança, vínculos afetivos saudáveis) e as instituições
positivas (escolas, empresas e comunidades).
“Ao contrário da psicologia tradicional, que foca no estudo
e tratamento de distúrbios como a depressão e a ansiedade, o novo campo da
Psicologia Positiva se propõe a focar mais nas forças que nas fraquezas”,
explica José Roberto Marques, Master Coach Sênior e Presidente do Instituto Brasileiro
de Coaching, que completa: “A psicologia positiva busca promover mais as
qualidades do viver do que reparar o que vai mal”. Ainda segundo Marques, não
se trata do que conhecemos como “pensamento positivo”, mas, sim, de uma
abordagem científica do que torna a vida plena e feliz. “Uma característica
central da Psicologia Positiva é que todas as suas aplicações são empiricamente
testadas”, comenta.
A Psicologia Positiva não trabalha sobre os problemas das
pessoas e como remediá-los; ela busca compreender a ciência e a anatomia da
felicidade, das experiências positivas, do otimismo e do altruísmo. Ela aponta
para uma visão de que a saúde psicológica é muito mais do que a ausência de
sintomas. Nesta visão, uma vida plena inclui:
Satisfação: Viver com alegria, felicidade e prazer. Ter
emoções positivas.
Engajamento: Viver o melhor de si. Usar as próprias forças e
virtudes do caráter.
Sentido: Encontrar um sentido na vida. (Missão, visão e
Valores).
Relacionamentos: Ter relacionamentos saudáveis, com vínculo
e apoio mútuo.
Psicologia Positiva no Coaching
A Psicologia Positiva é uma das bases fundamentais do
Coaching, uma vez que este processo de desenvolvimento é focado em desenvolver
pessoal e profissionalmente o melhor do ser humano, buscando a ressignificação.
“O Coaching utiliza algumas técnicas da Psicologia Positiva justamente porque
ela estimula o foco nas emoções, qualidades e comportamentos positivos,
trazendo maior assertividade, controle emocional e foco – habilidades
extremamente importantes no mundo profissional”, argumenta Marques.
Fonte: Conexus.comn
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
domingo, 25 de outubro de 2015
Beech
Beech
O Floral Beech é utilizado para a excessiva preocupação com
o bem-estar das pessoas. Os principais sintomas para o uso do Beech são :Intolerância;críticas
em excesso;falta de compaixão;crítica subjetiva;para quem não aceita
indisciplina e desordem;rígidas ;solitárias e severas.
Depois da administração desse floral nota-se uma percepção e
aceitação das limitações e diferenças de cada um; ideais elevados; capacidade
de ver o bem crescendo interiormente, aumento da tolerância, amabilidade e compreensão.
Fábio Bessa
CRP 05/13890
domingo, 23 de agosto de 2015
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Culpa
A culpa é um sentimento natural do ser humano. É um
sentimento de ser incorreto, mau ou ruim que pode se manifestar de uma maneira
projetiva em alguém ou contra si mesmo.É, o resultado da raiva que alguém sente
contra si mesma, voltada para dentro, em forma de sensação de algo que foi
feito erradamente.
A pessoa castigada pela culpa procura fugir de qualquer tipo
de relacionamento deixando o mau humor predominar e sempre distorcendo o que
ouve e achando que tudo está voltado para ela mesma como uma forma de
humilhação e até de censura. Essa pessoa foge tanto da culpa que parece estar
carregando uma sacola cheia de sua casa até a rua e vice-versa sem finalidade
alguma.Para termos uma vida saudável e flexível é muito importante sabermos
como lidar com a culpa,pois ela é a responsável por várias doenças psicológicas
e psicossomáticas.
Temos como características associadas ao estado de culpa: tendência
à depressão, ansiedade, baixa autoestima, perfeccionismo, necessidade de ter
tudo sob controle, solidão e também participação social reduzida.
Essa culpa não deverá ser tratada como incurável e para se
ver livre desse sentimento que perturbam, encare-o com coragem, procurando
resolvê-lo da melhor maneira aprendendo a acreditar em seus sentimentos e
aceitar-se como realmente é, pois é importante a libertação dos sentimentos de
culpa, para um bem-estar físico e psicológico.
Fábio Bessa
CRP 05/13890
terça-feira, 7 de julho de 2015
Fobia Social
A fobia social é um mal caracterizado por um medo
intenso de ser avaliado por outros. A ansiedade pode levar a ataques de
pânico, com sintomas tais como palpitações, vertigens, falta de ar e
sudorese. Muitas pessoas tendem a menosprezar os medos dos fóbicos
alegando que eles devem ignorar a timidez e enfrentar a situação. Mas
existe uma enorme diferença entre timidez e fobia social.
Diferente da timidez comum a fobia social é tão grave que interfere no desempenho diário, no trabalho, na escola e em quase todos os relacionamentos interpessoais. Alguns medos estão ligados a esse mal, como por exemplo, falar em público, comer ou escrever diante dos outros, usar o telefone, relacionar-se com pessoas, entre outros.
A estratégia mais comum que os fóbicos sociais adotam para lidar com o problema é evitar as situações, consideradas por eles, de risco e simplesmente fogem do que lhes apavoram.
No entanto, esta estratégia os aprisiona, em vez de protegê-los. Esquivar-se das situações pode tornar-se uma armadilha cada vez mais operante, até que a esquiva passa a ser uma reação automática. Com isso jamais aprendem a enfrentar seus medos e vencê-los.
O mais importante para um tratamento bem sucedido, é primeiramente o paciente procurar admitir que sofra desse mal, depois administrar os sintomas. Para isso, será preciso tratar os sintomas físicos, as crenças a respeito das situações das quais ele teme e o comportamento que os medos lhe provocam com a ajuda de um psicólogo ou de um psiquiatra.
Diferente da timidez comum a fobia social é tão grave que interfere no desempenho diário, no trabalho, na escola e em quase todos os relacionamentos interpessoais. Alguns medos estão ligados a esse mal, como por exemplo, falar em público, comer ou escrever diante dos outros, usar o telefone, relacionar-se com pessoas, entre outros.
A estratégia mais comum que os fóbicos sociais adotam para lidar com o problema é evitar as situações, consideradas por eles, de risco e simplesmente fogem do que lhes apavoram.
No entanto, esta estratégia os aprisiona, em vez de protegê-los. Esquivar-se das situações pode tornar-se uma armadilha cada vez mais operante, até que a esquiva passa a ser uma reação automática. Com isso jamais aprendem a enfrentar seus medos e vencê-los.
O mais importante para um tratamento bem sucedido, é primeiramente o paciente procurar admitir que sofra desse mal, depois administrar os sintomas. Para isso, será preciso tratar os sintomas físicos, as crenças a respeito das situações das quais ele teme e o comportamento que os medos lhe provocam com a ajuda de um psicólogo ou de um psiquiatra.
Fábio Bessa
CRP 05/13890
CRP 05/13890
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