sexta-feira, 18 de maio de 2018
quinta-feira, 29 de março de 2018
quinta-feira, 22 de março de 2018
MÉTODO 2 DOS CINCO MÉTODOS PARA ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS
O enfoque Acomodação é o contrário da Competição. Nesse
método, você deseja abrir mão da sua posição, aceitando a de outra pessoa.
Embora possa parecer, na verdade não se trata de um comportamento não
afirmativo. No entanto, Não Afirmativos adotam o método Acomodação como única
opção para enfrentar o conflito. Essa, porém, é uma aplicação inadequada da
Acomodação, pois demonstra que a pessoa não deseja tentar resolver as
divergências, preferindo evitar uma situação desagradável.
A aplicação eficaz do enfoque Ganhar/Perder vem de
uma posição afirmativa. Na verdade, você pode optar afirmativamente por ser não
afirmativa por outras razões que não a timidez ou o afastamento.
Utilização apropriada do enfoque Acomodação:
· Quando é
mais importante preservar a relação do que discutir sobre o assunto.
· Quando o
assunto é mais importante para a outra pessoa do que para você.
· Quando
você quer indicar um grau de bom - senso.
· Quando
você quer incentivar os demais a expressar seus próprios pontos de vista.
· Quando
você quer que os outros aprendam através de suas próprias escolhas
e ações.
Lição da pipa: quem quer subir muito alto, precisa
aprender a voar contra o vento. (Provérbio chinês)
F.LUZ
terça-feira, 20 de março de 2018
CINCO MÉTODOS PARA ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS - MÉTODO 1
Esse será o primeiro dos cinco métodos para administração
de conflitos:
Já que o conflito é inevitável, a verdadeira questão é
como lidar com ele. Nem sempre podemos evitá-lo ou solucioná-lo, mas
normalmente é possível administrá-lo e chegar a uma conclusão.
COMPETIÇÃO (GANHAR I PERDER)
Na administração de conflitos, a ênfase na competição
reflete uma tentativa de dominação total. A filosofia adotada é "quem
ganha consegue tudo". Normalmente o objetivo é vencer o conflito a
qualquer custo, e não buscar a solução mais apropriada para todos os
envolvidos.
A relação Ganhar x Perder é baseada no
poder. Você usa todo o poder ao seu alcance para fazer com que as outras
pessoas tenham a mesma opinião que você. Capacidade de argumentação, cargo
ocupado na empresa, sanções econômicas, coerção e autoridade são algumas das
estratégias comumente utilizadas no enfoque Competição.
Essas características podem levar a acreditar que a
Competição seria raramente útil no local de trabalho. No entanto, há momentos
em que a abordagem ganhar x perder é apropriada.
Utilização apropriada do enfoque Competição:
- Em
emergências, quando são necessárias ações rápidas e decisivas.
- Quando
é preciso implementar mudanças impopulares.
- Quando
outros métodos já foram utilizados e não tiveram efeito.
- Em
relações de trabalho onde há uma atmosfera de pouca confiança.
segunda-feira, 19 de março de 2018
Alegria
A alegria impede que os sentimentos negativos apareçam
favorecendo assim o aumento da energia positiva. Esse estado que até gera uma
tranquilidade dá uma disposição para que tudo seja realizado com entusiasmo e
motivação.
Uma pessoa alegre desfruta de uma saúde maior e com menos
possibilidade de adoecer, pois todo o seu organismo está envolvido por essa
energia.
Alegria, prazer e satisfação são sentimentos que não se
distinguem um do outro com tanta nitidez quanto irritação, tristeza e medo. Por
isso,para cada emoção positiva identificada existem três ou quatro negativas
segundo estudos realizados.
Os sentimentos positivos, incluindo aí a alegria, atuam de
uma forma contagiosa na pessoa e mostram o quanto necessitamos de positividade
com mais intensidade. Assim,pessoas neuróticas não vivem o presente enquanto as
pessoas alegres já vivem esse presente e
talvez por isso, a alegria lhes seja mais frequente.
Fábio Bessa
CRP 05/13890
sábado, 10 de março de 2018
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
A preocupação com as drogas
A
preocupação com as drogas é grande e precisa acontecer. Mas, normalmente, a
preocupação com o álcool fica negligenciada e em segundo plano.
Em
casa, muito provavelmente, os pais não têm maconha ou cocaína, mas certamente
têm alguma bebida alcoólica.
Normalmente,
nos preocupamos com as consequências do álcool somente quando ocorrem tragédias
de transito (e que, geralmente, acontecem com jovens), mas esquecemos das
consequências do beber frequentemente.
O
jovem bebe por três motivos:
1) Gosta do efeito que a bebida traz.
Gosta
de misturar, de experimentar. Toma um pouco em casa, depois na casa do amigo
que certamente, também, tem alguma bebida alcoólica e, depois, na balada ou em
outro lugar qualquer que ele vá. Os efeitos podem ser relaxantes ou de
extroversão e, muitas vezes, o adolescente precisa desse efeito para poder
“chegar” em alguma menina, para ficar mais sociável e a vontade no meio dos
amigos.
2) “Precisa” beber para sentir-se aceito
pelo grupo.
A
resposta que mais se ouve é: “Todo mundo bebe e eu não vou ficar de fora!”
Como
essa é uma fase de identificação e busca de identidade, o jovem precisa
identificar-se com esse grupo e, portanto, usar as mesmas coisas, a mesma
linguagem, etc.
Erroneamente,
alguns pais tendem a beber junto com o filho ou filha porque imaginam que essa
atitude poderá controlar o filho, ao mesmo tempo em que se aproximam dele.
Imaginar que, pelo fato de beber junto, você estará se tornando amigo de seu
filho é um erro. Na verdade, fazendo isso só estará dando aval para ele.
Filhos
na adolescência, não são amigos de pais. Eles podem contar muita coisa, mas não
tudo. Ele poderá beber na sua frente, mas irá beber em outros locais longe de
você, da mesma forma.
A
ideia de que o diálogo deve acontecer e é suficiente para controlar e evitar
situações pode dificultar as coisas. Primeiramente, porque os pais imaginam que
esses filhos estão tão amigos que contam tudo (o que não é verdade). Segundo,
que os filhos por acharem que os pais agora estão “amigos”, eles tem o direito
não só de serem ouvidos, mas de serem atendidos em tudo. A autoridade pode
ficar fragilizada nesse processo, pois amigos não decidem, não dão ordens;
apenas sugerem e podem ser ouvidos ou não.
3) Bebem por fuga.
Bebem
para fugirem de crises familiares, onde a interferência deles é praticamente
nula por não poderem fazer nada e nem sequer serem ouvidos. Crises entre os
pais, geralmente, empurram o jovem a se ancorar no grupo de amigos que o levam
a “se divertir” e esquecer a crises em casa, usando a bebida.
Como
essa é, também, uma idade em que autoestima desaba por motivos simples, eles
tendem a fugir, usando o álcool. É uma idade cheia de complexos. A autoestima
da menina desaba porque o menino não olha para ela ou porque ela se sente inferiorizada
olhando para outras amigas e se comparando com elas. Desaba quando o menino não
consegue evoluir nos estudos ou não tem um porte tão atlético como os outros
colegas. Nesses momentos, os pais devem ficar alerta na superação dessas
frustrações, antes que usem bebida, nessa tentativa. As atividades, juntas com
o filho, são importantes para que esse filho saia do “baixo astral”.
Observe,
também, se você, como pai ou mãe, usa mais críticas do que elogios; ou se
costuma sempre comparar seu filho com o irmão ou com outras pessoas. Críticas e
comparações só ajudam a derrubar a autoestima que, nessa idade, já oscila
demasiado.
Situações
de frustração, mesmo aquelas onde o filho percebe que não consegue corresponder
às expectativas dos pais, o levam a aproximar-se cada vez mais do grupo,
distanciar-se dos pais e, portanto, usando a bebida como fuga.
Existe,
nessa fase, um medo grande por parte dos pais em exercerem a autoridade. Muitas
vezes, o distanciamento do filho (a) é tão grande e ficam tão pouco tempo
juntos que esses pais se sentem culpados por dizerem “NÃO” quando precisam,
colocando limites.
Alguns
pais confundem independência desses jovens com maturidade e responsabilidade. O
jovem pode ter autonomia, dirigir seu carro, ter boas notas, mas isso não
significa maturidade, ainda. Observe seu filho.
Alguns
pais, também, imaginam que falar sobre álcool com eles não é necessário, pois
muitos ainda não bebem ou mesmo não se interessam. Além disso, seria colocar
medo nesses filhos sobre estatísticas trágicas e desnecessárias. Este tipo de
“proteção” é inadequado, pois é exatamente o medo e essa realidade que poderá
ajudar seu filho. O adolescente, nessa fase, se sente inatingível, como se nada
de ruim pudesse acontecer com ele; somente com outros. Essa é uma
característica da adolescência e é importante que você traga essa realidade
para seu filho. Ela funciona como um alerta. Você não irá evitar tudo, mas irá
evitar muita coisa ruim e uma delas é a ignorância de seu filho sobre esse
assunto, causada por sua omissão.
Fábio Bessa
05-13890
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