segunda-feira, 16 de outubro de 2017

O que é Psicologia Positiva - Flávio Gikovate

Satisfação de vida

A satisfação de vida é entendida como o nível de entusiasmo e prazer,ou descontentamento e sofrimento,presente na vida de uma pessoa da maneira como a mesma perceba o que lhe é satisfatório e/ou insatisfatório.
A personalidade é um fator importante de bem-estar e daí de satisfação de vida. Temos os fatores neuroticismo e extroversão como fundamentais para como as pessoas trazem para si a felicidade em suas vidas.Assim as pessoas mais ansiosas,inseguras,depressivas,que apresentam um nível alto de neuroticismo já tem uma tendência a vivenciar muitas emoções,sentimentos,pensamentos negativos e ver o mundo de maneira mais pessimista e insatisfeitas com suas vidas. Já as pessoas mais extrovertidas e sociáveis tendem a sentir mais emoções e sentimentos positivos apresentando assim uma visão mais otimista e satisfatória sobre o mundo ao seu redor

Fábio Bessa
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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Resiliência

Nas duas últimas décadas, a Psicologia Positiva, um ramo da ciência psicológica, vem enfatizando o estudo das virtudes humanas. As investigações realizadas pela Psicologia Positiva têm demonstrado que uma vida mais saudável e feliz depende de sistemas de adaptação que nos permitam vivenciar plenamente as experiências. Tais sistemas se processam ao longo do desenvolvimento humano e, dentre eles, um é essencial, a Resiliência.
Resiliência significa a habilidade de persistir nos momentos difíceis mantendo a esperança e a saúde mental. Pessoas altamente resilientes, tornam-se mais fortes após situações difíceis. Porque isso acontece?  Porque elas desenvolvem confiança em si mesmas aprendendo novas formas de lidar com os eventos.
Em geral, a resiliência depende de algumas condições psicológicas internas e externas. No nível interno, são favorecidas as pessoas otimistas, que assumem a responsabilidade pelas próprias escolhas, que prezam a autonomia, que estabelecem vínculos sociais e familiares positivos e que são flexíveis no que diz respeito à mudança de posicionamentos, sentimentos e pensamentos. Ao nível das condições externas estão as relações positivas, àquelas que promovem suporte afetivo/material, acolhimento e cumplicidade.
Um outro aspecto externo fundamental para o desenvolvimento da resiliência é a existência de pessoas que acreditem na nossa capacidade de superação das adversidades e, por isso mesmo, nos incentivem. Da mesma forma, oportunidades para nos envolvermos em atividades significativas – que nos permitam desenvolver a auto-estima e nos sentirmos produtivos e relevantes – contribuem para a resiliência, ou seja, para a superação das adversidades.
Aprender, adaptar-se…isso é ser resiliente. Em última instância, é dispor-se para a mudança.


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Estresse Pós-Traumático

Pode-se dizer que o Estresse Pós-Traumático é um transtorno de Ansiedade próximo ao pânico mas com algumas diferenças importantes.

Uma delas é que o agente estressor originário é externo. Outra diferença é que há vários níveis de intensidade e características no diagnóstico deste transtorno.

Além dessas diferenças, outra importante é que o evento estressante permanece ininterruptamente sendo revivido pelo portador do Estresse Pós-Traumático por tempo indeterminado, dias, meses, anos, décadas ou a vida toda. Pelo que se percebe, a permanência mínima é de um mês.

Assim, o estresse evoca toda a gama de imagens mentais e reações emocionais e físicas  associadas ao evento estressante. Apesar de ainda assim haver pessoas mais “protegidas” ou “resistentes’ quando submetidas a eventos estressantes de intensas proporções ou catastróficos.

Dentre vários sintomas – aturdimento, desorientação, estreitamento da consciência, incapacidade de integrar estímulos, etc - , nos casos severos pode haver uma ruptura do corpo emocional do cognitivo, fazendo com que o portador do transtorno usufrua das suas capacidades mentais mas com uma diminuição significativa da vida emocional; dificultando os relacionamentos deste indivíduo.

Perda  da auto-estima, da sensação de segurança, aumento da sensação de vulnerabilidade  e a perda da fé e dos valores. Assim, o mundo passa a ser um lugar totalmente ameaçador. Solidão, desesperança, apatia, hostilidade e desconfiança são apenas alguns dos sintomas desse transtorno que tem uma gama ampla de características e complexidades, inclusive na evolução do quadro com alteração da personalidade.

Fábio Bessa
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